TEXTOS E ARTIGOS Você está insatisfeito? Artigos 5 de março de 2008 Você está insatisfeito? Texto do livro Programa do Curso Básico Meio século de vida me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: sua insatisfação. Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais, academias desportivas, universida­des, escolas, empresas, federações, fundações... Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento. Em todos os agrupamentos humanos há uma força de coesão chamada egrégora. Pela lei de ação e reação, toda força tende a gerar uma força oponente. Por isso, nesses mesmos agrupamentos surgem constantemente pequenos desencontros que passam a ganhar contornos dramáticos pela refração de uma ótica egocêntrica que só leva em conta a satisfação das expectativas de um indivíduo isolado que analisa os fatos de acordo com suas próprias conveniências. ?Um Dia de Fúria? com Michael Douglas (Falling Down, EUA, 1993) Noutras palavras, se os fatos pudessem ser analisados sem a interferência de­letéria dos egos, constatar-se-ia que nada há de errado com esses fatos, a não ser uma instabilidade emocional. Instabilidade essa que é congênita em todos os seres humanos. Uma espécie de erro de projeto original, que ainda está em processo de evolução. Afinal, somos uma espécie extremamente jovem em comparação com as demais formas de vida no planeta. Estamos na infância da nossa evolução e, como tal, cometemos inapelavelmente as imaturidades naturais dessa fase. Observe que raríssimas são as pessoas que estão satisfeitas com seus mundos. Em geral, todos têm reclamações do seu trabalho, dos seus subalternos e dos seus superiores; da sua remuneração e do reconhecimento pelo seu trabalho; reclamações dos seus pais, dos seus filhos, dos seus cônjuges, do seu condomínio, do governo do seu País, do seu Estado, da sua cidade, da polícia, da Justiça, do departamento de trânsito, dos impostos, dos vizinhos mal-educados, dos motoristas inábeis, dos pedestres indisciplinados... Quanta coisa para reclamar, não é? Se formos por esse caminho, concluiremos que o mundo não é um lugar bom para se viver e seguiremos amargurados e amargurando os outros. Ou nos suicidaremos! Já na antiguidade os hindus observaram esse fenômeno da endêmica insatisfação humana e ensinaram como solucioná-la: "Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o chão com couro. Cubra os seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem se incomodar com eles." Ou seja, a solução não é reclamar das pessoas e das circunstâncias para tentar mudá-las e sim educar-se a si mesmo para adaptar-se. A atitude correta é parar de querer infantilmente que as coisas se modifiquem para satisfazer ao seu ego, mas sim modificar-se a si mesmo para ajustar-se à realidade. Isso é maturidade. A outra atitude é neurótica, pois jamais você poderá modificar pessoas ou instituições para que se ajustem aos seus desejos. Não seja um desajustado. Então, vamos parar com isso. Vamos aceitar as pessoas e as coisas como elas são. E vamos tratar de gostar delas. Você vai notar que elas passam a gostar muito mais de você e que as situações que antes lhe pareciam inamovíveis, agora se modificam espontaneamente, sem que você tenha que cobrar isso delas. Experimente. Você vai gostar do resultado! Artigo extraído do livro Programa do Curso Básico. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. TEXTOS E ARTIGOS Uma profissão com charme e glamour Uma profissão com charme e glamour DeRose ensinando Yôga no Ibirapuera para centenas Ainda bem que não parei de lecionar como pretendia em 1973, pois logo começaria a me convencer de que a nossa é uma das melhores profissões do mundo. Primeiro, sendo instrutor de Yôga, você não precisa ser empregado de ninguém, pode ser autônomo e profissional liberal, escolhe seu horário de trabalho, tipo de público com o qual quer trabalhar e determina até quanto deseja ganhar. Mas, evidentemente, não se deve escolher uma profissão só pelo seu potencial de remuneração. Devem-se pesar outros fatores. Na nossa, trabalhamos com um público selecionado, educado, bonito, inteligente e de elevado nível sócio-cultural. Trabalhamos parte do tempo com o corpo e parte com a cabeça. Há estímulos constantes à criatividade. Há liberdade de pensamento e de ação. Contamos com um elemento moral muito forte, que é o fato de você saber que está sendo útil às pessoas. Há a gratificação de sentirmos que aquelas pessoas serão para sempre nossas amigas e que não nos esquecerão jamais. Creditamos a nosso favor a alegria de, após alguns anos de trabalho, podermos olhar para trás com satisfação e ver que não passamos pela vida em vão. Realmente, não se compara com nenhuma outra profissão, em que você só trabalhe por dinheiro, mas da qual não se orgulhe ou na qual não veja muito sentido. Isso, somado ao fato de que o mercado de trabalho para as demais profissões está saturado e para a nossa, pelo contrário, está em ascensão, explica o motivo pelo qual tantos profissionais de nível universitário trocaram suas profissões pela nossa: abandonaram carreiras de engenharia, arquitetura, direito, medicina, psicologia, etc., e vieram tornar-se instrutores de Yôga a tempo integral. Com a estrutura de credenciamento desenvolvida a partir de 1975 pela União Nacional de Yôga, o trabalho dos instrutores passou a ser realizado com muito mais facilidade, já que todos podiam recorrer a uma consultoria abalizada, receber orientação e know-how nos setores mais críticos, justamente nos quais os outros fazem segredo. Podendo contar com uma verdadeira confraria de apoio recíproco, o instrutor recém-formado já começa a trabalhar num ambiente propício e cheio de amigos sinceros. Trabalhar na Uni-Yôga é ideal para quem gosta de viajar bastante pelo nosso e por outros países. Texto extraído livro Quando é Preciso Ser Forte, autor: DeRose. Editora Nobel TEXTOS E ARTIGOS Entrevistas com o Educador DeRose Coreografias do SwáSthya Yôga O Ego e o SwáSthya Yôga Posição física, firme e agradável Regras gerais Uma profissão com charme e glamour O Brasil está exportando cultura Você está insatisfeito? Para que serve o Yôga? O Yôga mais antigo não é o Clássico Meditação TEXTOS E ARTIGOS Regras Gerais Artigos 9 de outubro de 2008 Regras Gerais Texto do livro Tratado de Yôga Conforme já vimos no capítulo anterior, uma das principais características do Swásthya Yôga são as regras gerais de execução, justamente por constituírem o alicerce da auto-suficiência (swásthya). Outros tipos de Yôga não possuem regras gerais. Por isso, precisam despender muitas páginas dos livros ou desperdiçar muito tempo das classes, descrevendo a execução dos ásanas, um por um. Chega a ser anedótica a repetição letárgica que constitui estribilho de muitos ensinantes ? ?inspire, expire... inspire, expire... inspire, expire...? ? ad nauseam, com o quê, muitas horas de instruções acabam sendo roubadas ao praticante que pagou por uma orientação menos prescindível e mais técnica do que essa simploriedade. Sem as regras gerais o praticante aprenderá apenas aquilo que seu instrutor lhe ensinar e nada mais. Se o instrutor ensinar dez exercícios e disser como respirar em cada um deles, quanto tempo permanecer, quantas vezes repetir, onde localizar a consciência, etc. e, depois disso, instrutor e praticante, não puderem mais seguir juntos, o praticante só saberá executar aqueles dez exercícios que lhe foram ensinados. Com as regras gerais, nas mesmas circunstâncias, o praticante saberá executar praticamente todos os ásanas, e poderá seguir aperfeiçoando-se indefinidamente, mesmo sem ter o instrutor ao seu lado. Por isso, temos discípulos que nunca nos conheceram pessoalmente por residirem em países distantes e, apesar disso, graças às regras gerais, tornaram-se exímios executantes, verdadeiros artistas corporais. Quando alguém declarar que é instrutor de Swásthya Yôga e não aplicar as regras gerais ou, até mesmo, ensinar algo que esteja em desacordo com elas, o leitor pode ter a certeza de que das duas, uma: ou não é instrutor formado, ou trata-se de um indiscípulo, um indisciplinado que, embora saiba o certo, arroga-se o direito de adulterar a sistematização do método. As regras atualmente codificadas são: Regra de respiração coordenada; Regra de permanência no exercício; Regra de repetição; Regra de localização da consciência; Regra de mentalização; Regra de ângulo didático; Regra de compensação; Regra de segurança. O objetivo das regras não é complicar e sim facilitar a vida do praticante. Portanto, não se preocupe em decorar regras. Simplesmente, vá lendo e executando ao mesmo tempo para entender e incorporar. Depois que automatizar a execução não se preocupe mais com isso. As quatro primeiras regras são suficientes para o iniciante. Se achar que está ficando confuso, deixe as outras quatro para estudar mais tarde. As regras com suas subdivisões Regras de respiração coordenada. São sete regras básicas, mas basta utilizar a primeira. Regras de permanência no exercício. Permanência circunstancial: para demonstração; para a prática regular em grupo; para o treinamento individual em casa. Permanência para iniciantes. Permanência para veteranos saudáveis. Regra de ?um segundo por dia?. Regras de repetição. Regras de localização da consciência. Regras de mentalização. Mentalização exotérica (profana). Mentalização esotérica (iniciática). Regras de ângulo didático. Regras de compensação. Na prática regular. Na coreografia. Regra de segurança. Regras de Respiração Coordenada Como respirar durante a execução dos ásanas? Existem sete regras de respiração, porém, a primeira delas praticamente engloba as demais e quase não tem exceções. Assim sendo, memorizemo-la prioritariamente. Primeira regra de respiração: Movimentos para cima são feitos com inspiração; para baixo com expiração. As outras regras são: Flexões para a frente e para os lados são feitas com expiração; para trás com inspiração, exceto as de pé. Ao torcer uma esponja molhada a água sai: ao torcer o tórax, que é uma esponja de ar, o ar sai. Exercícios em decúbito frontal são feitos com inspiração. Posições musculares são feitas com os pulmões cheios. Ásanas de longa permanência, ou em que o tronco esteja ereto, têm respiração normal. Em caso de dúvida ou de mal estar, pratique todos os exercícios com os pulmões vazios. Regras de Permanência Quanto tempo permanecer na posição? Há um tempo de permanência para demonstração, um para prática em grupo conduzida por instrutor e um para o treinamento individual em casa. Regras de permanência circunstancial: A permanência de demonstração é de um segundo no ponto culminante do ásana, uma pausa antes de seguir adiante com a próxima passagem da coreografia. A permanência de prática em grupo, conduzida por instrutor, é o tempo que ele determinar. A permanência no treinamento individual obedece às duas regras que se seguem. Regra de permanência para iniciantes com até 5 anos de prática ? respiração retida: Enquanto puder reter a respiração*, permaneça. Precisando respirar, desfaça. *Essa retenção pode ser com ar ou sem ar, dependendo do exercício. Consulte a Regra de Respiração. Regra de permanência para veteranos saudáveis com mais de 5 anos de prática - respiração livre: Permaneça no exercício, respirando livremente, o tempo que o bom-senso e o conforto permitirem. Antes que cesse o conforto, desfaça a posição. Regra de Um Segundo Por Dia: Comece permanecendo apenas um segundo no primeiro dia, dois segundos no segundo dia, três segundos no terceiro, quatro no quarto e assim sucessivamente. Dessa forma, quando completar um ano você estará permanecendo cerca de 365 segundos. A norma acima baseia-se no ditado que nos ensina um princípio muito simples. Se levantarmos todos os dias um bezerro, dentro de algum tempo estaremos conseguindo levantar um touro (pois o bezerro vai crescendo gradualmente e, com ele, a nossa força vai-se adaptando ao seu aumento de peso). Não obstante, tal procedimento só funciona e só é seguro se o praticante for disciplinado e sistemático, não falhando um dia sequer. Caso precise interromper um ou mais dias, deve regredir em sua permanência o número de segundos equivalente aproximadamente ao de dias durante os quais ficou parado. Esta regra pode ser aplicada juntamente com a de permanência para iniciantes desde a contagem inicial até a de uns 60 segundos aproximadamente. E pode ser acoplada à regra de permanência para veteranos a partir desse limite. É claro que você deve privilegiar o bom-senso e, como sempre, jamais cometer exageros. Por isso mesmo, vai observar que conseguir o progresso diário de um segundo será muito mais fácil em um ásana como o paschimôttana e muito mais difícil em outro como o mayúra. Não tem importância. Você pode estacionar por algumas semanas ou até meses sem adicionar outro segundo em um determinado exercício mais difícil e, enquanto isso, seguir ampliando a permanência noutros mais fáceis. De qualquer forma, a regra de um segundo por dia constitui, por si só, um dispositivo de segurança que em certa medida refreia o ímpeto de progredir aos saltos. Afinal, havemos de convir que adicionar apenas um segundo por dia é bastante metabolizável para uma pessoa que esteja bem de saúde, no trato da maior parte dos ásanas. Não é com espasmos de dedicação que você vai conseguir uma boa performance e sim com a regularidade, disciplina e lucidez. Uma advertência especial deve ser feita com relação aos praticantes avançados que gostam de dormir num ásana para explorar os efeitos físicos de uma permanência maior, especialmente para aumentar a flexibilidade: algumas posições poderão oferecer riscos de lesão em articulações devido a exagero na permanência. Em casos extremos podem ocorrer problemas graves como é o caso do californiano que executou supta vajrásana com os braços sob a região lombar e deixou-se adormecer na posição. Ao despertar estava com as pernas e os braços imobilizados por falta de circulação e não pôde sair dali. Foi encontrado morto, depois de vários dias de agonia. Um carioca que adormeceu no maha upavishta kônásana, também conhecido como maha kúrmásana, quase foi pelo mesmo caminho! Portanto, evite aventurar-se no Yôga sem um instrutor formado que tenha seu Certificado revalidado. Praticar em casa é recomendável, sim, desde que sejam obedecidas as instruções de um Mestre competente. A disciplina e a humildade do discípulo para acatar a hierarquia são fatores de segurança e constituem a única via garantida de progresso. Regras de Repetição Quantas vezes repetir o exercício? A regra básica da repetição é: Permanência máxima, repetição mínima. A repetição praticamente não existia no Yôga mais antigo. O homem primitivo observava os animais e os imitava. Você jamais verá um tigre executando ?um, dois, um dois?, nem se aquecendo antes de caçar, ou repetindo exercícios até estressar a musculatura. Se você não dispõe de um tigre observe o seu gato doméstico. Há três coisas que ele não faz: não repete, não se aquece e não executa voluntariamente coisa alguma até estressar a musculatura, pois isso produz desconforto e é compreensível que qualquer animal irracional evite o desconforto. Só o homo sapiens é diferente, afinal, ele é mais inteligente... Como é que o seu gato faz? Ele flexiona a coluna com força e intensidade, sob uma permanência determinada. Então, estende bem as patas dianteiras, tensionando bastante, e assim permanece por um período de tempo. Depois as traseiras, e pronto! Terminou uma agradável prática de Swásthya Yôga para gatos. Se funciona? Experimente colocar um cão perto dele. Sem aquecimento muscular algum, o felino vai lhe mostrar o que é estar em forma, dará um show de reflexos, de agilidade, de coordenação motora. Isso é estar em forma. Essa boa forma é o que o Swásthya Yôga proporciona aos seus praticantes. A tendência de repetir os exercícios de Yôga três vezes, cinco vezes ou até 25 vezes é apócrifa, moderna e foi absorvida de outras modalidades forasteiras, como a própria ginástica ocidental. Isso mesmo. Que ironia! Muita coisa que hoje você importa da Índia como Yôga legítimo, os indianos absorveram dos ingleses nos últimos séculos de colonização britânica! Leia o livro ou assista o filme Passagem para a Índia e compreenderá melhor esse fenômeno de aculturação que tanto desvirtuou o Yôga naquele país nos últimos tempos. Se você estudou atentamente os capítulos anteriores já percebeu que nossa proposta é resgatar o Yôga Antigo, por ser mais autêntico que as versões modernas, simplificadas e adaptadas para consumo, mesmo na Índia. Pois bem, para professar um Yôga que seja comprometido com a seriedade e legitimidade, não faça repetições, a não ser excepcionalmente. Não faça ?molinha?, embalançando os joelhos para cima e para baixo na intenção de melhorar a flexibilidade. O reflexo de contração no fuso muscular, gerado pela repetição, tornará esse procedimento menos eficaz do que permanecer no ponto de flexão máxima e aí relaxar todos os músculos que puder. Depois, sem desfazer, procure ir mais além e assim sucessivamente, até achar que está na hora de terminar o exercício, conforme a regra de permanência. A repetição existe, mas é exceção. A regra é não repetir. Então, que visual tem uma prática de Swásthya Yôga? Jamais poderá ter a aparência de uma aula de ginástica, nem mesmo de Hatha Yôga, com as pessoas executando exercícios estanques, repetidos. Uma prática de Swásthya Yôga, mesmo executada em casa ou numa sala de classe, terá o formato de uma coreografia, com exercícios não repetitivos e tecnicamente encadeados uns aos outros por meio das passagens. Estas são movimentos de ligação elaborados pelo próprio praticante ou sugeridos pelo instrutor que comandar a sessão. A prática de Swásthya Yôga lembra um katá de Karatê, lembra um katí de Kung-Fu, lembra uma coreografia de Mikhail Barishnikov. A dos homens é fortemente viril, a das mulheres graciosamente feminina. Para compreender a beleza, a força e a técnica desse conceito, só assistindo a uma coreografia ao vivo ou em vídeo. Regras de Atitude Mental Onde localizar a consciência? O que mentalizar? Este segmento possui dois módulos: localização da consciência e mentalização. A regra de localização de consciência consiste em prestar atenção a uma determinada área do corpo. Um órgão ou grupo de órgãos, um músculo ou grupo muscular, uma articulação, um chakra, etc. Regra de localização da consciência: Localize a sua consciência na região mais solicitada pelo exercício. Como é que se faz isso? Muito simples. Qualquer exercício sempre solicita a nossa atenção naturalmente para uma ou outra parte do nosso corpo. Basta ceder à solicitação natural e pensar nessa parte. Por exemplo: durante a execução de um trikônásana, flexão lateral em pé, um praticante com escoliose poderá sentir a sua atenção solicitada para a coluna, pois ela está sendo trabalhada; no entanto, executando o mesmo exercício, outro praticante que tenha excesso de gordura sentirá a solicitação no cinturão adiposo. Cada qual deverá levar a atenção, a consciência, para a respectiva região e cada qual receberá uma concentração maior de efeitos nessa parte do corpo que está mais carente de cuidados. Quando você localiza a consciência numa região do seu corpo, direciona para lá um jorro de energia vital. Essa energia é denominada prána. Ela eleva a temperatura da região na qual você concentra sua atenção, estimula hiperemia, um maior afluxo de sangue e, com isso, contribui notavelmente para a regeneração de tecidos, a vitalização de órgãos e músculos, a eliminação de potenciais enfermidades, estimula chakras e aumenta a flexibilidade. Não é preciso mentalizar nada. Apenas localizar a consciência na região. Experiência prática Teste nº 1: como demonstrar que o fenômeno fisiológico ocorre realmente? Simples. Sente-se em qualquer ásana de meditação. Mas não medite. Coloque as mãos na mesma altura. Podem ficar no chão ou sobre os joelhos. Passe, então, a concentrar-se sobre a sua mão direita. Não mentalize nada em especial. Apenas localize a consciência e repita mentalmente: ?mão direita, minha mão direita, tenho uma mão direita, minha mão direita tem músculos, minha mão direita tem ossos, minha mão direita tem veias e artérias, sinto o tato da minha mão direita, sinto a temperatura da minha mão direita?, etc. O objetivo disso é evitar que a sua mente se disperse. Você precisa permanecer concentrado na sua mão direita. Um praticante de Yôga mais experiente não precisa verbalizar nada. Mantenha o exercício de localização da consciência durante 5 minutos. Depois, abra os olhos e compare as duas mãos. Aquela na qual se concentrou vai estar mais avermelhada de sangue. Em seguida, toque com uma palma na outra para sentir a temperatura. A direita vai estar mais quente. Procure fazer esse teste com um grupo de amigos e verá que interessante. Em média, sessenta a setenta por cento das pessoas leigas já na primeira tentativa conseguem resultados excelentes (assombrosos, para eles!). Os fracassos devem-se unicamente à falta de concentração e à dispersão mental. O que se depreende daí? Que se desejar exercer uma função curativa sobre um órgão poderá dar-lhe um banho de energia térmica e concentração sanguínea, como a que o corpo costuma providenciar em casos agudos na forma que conhecemos pelo nome de inflamação. Só que neste caso seria uma inflamação voluntária e controlada pela sua vontade! Que se desejar que uma articulação ceda ou um músculo se alongue, poderá aplicar essa mesma forma de calor interno, bem mais eficiente que o aquecimento de fora para dentro. Que se você estiver com uma dor, poderá atenuá-la, conduzindo a localização da consciência para outro lugar. Que se sofrer um acidente poderá reduzir a hemorragia produzindo uma isquemia na região afetada. B. A mentalização consiste em aplicar imagens, cores e/ou sons na região onde você localiza a consciência. Regra de mentalização exotérica: imagens e verbalização positiva. Visualize imagens claras e ricas de detalhes daquilo que você quer ver realizado. Aplique a cromoenergética: cor azul celeste é sedativa. Cor alaranjada é estimulante. O verde claro associa-se aos arquétipos primitivos da floresta e induz à saúde generalizada. Dourado contribui para desenvolvimento interior. Violeta auxilia a queimar etapas e superar karmas. Teste nº 2: repita a experiência da localização da consciência, agora com mentalização: visualize sua mão direita envolta e penetrada por luz alaranjada, quase vermelha; imagine os vasos sanguíneos dilatando-se e o sangue chegando, cada vez mais intensamente, para concentrar-se na sua mão direita. Persista na mentalização por uns cinco minutos. Você verá que o efeito é extraordinariamente mais forte. Importante: não faça este exercício de mentalização antes de experienciar o da simples localização da consciência a fim de poder avaliar o efeito de cada um separadamente. Além disso, a mentalização também atua fora da circunscrição do seu corpo físico. Você pode mentalizar algo que queira ver realizado numa conjuntura exterior, como uma viagem, uma relação afetiva, um trabalho, uma alteração positiva de prosperidade, uma cura de pessoa amiga, etc. Teste nº 3: para certificar-se e convencer-se do quanto a sua mente tem poder sobre circunstâncias e objetos exteriores, coloque algumas sementes de feijão sobre algodão úmido em dois pratos. Cada prato com a mesma quantidade de algodão, de água e de sementes. Os dois devem receber a mesma cota de ar e de luz. Todos os dias pela manhã e à noite, dirija-se a um grupo de sementes, sempre o mesmo, e mentalize que está crescendo. Se achar que ajuda a concentrar-se, pode verbalizar sua mentalização dizendo-lhe que cresça. O conteúdo do outro prato deve ser simplesmente ignorado. No final de uma semana, compare as duas porções de sementes. Em noventa por cento dos casos, aquela que você mentalizou para crescer estará notavelmente mais desenvolvida que a outra. Se você tem todo esse poder sobre uma planta que, ainda por cima, está do lado de fora do seu corpo, imagine o domínio que tem, e não sabe, sobre os seus órgãos, nervos, glândulas, músculos. Domínio para somatizar enfermidades e igualmente para neutralizá-las! Agora considere: se você tem toda essa força hoje, na qualidade de iniciante no Swásthya Yôga, quantas aptidões e faculdades fascinantes, utilíssimas, você desenvolverá se for dedicado e persistente! Que isto sirva de estímulo à sua prática regular. Regra de mentalização esotérica: yantras e mantras. Estes símbolos e sons só são transmitidos mediante iniciação. Se pudessem constar de livros, não mereceriam mais tal classificação e cairiam no anacronismo de denominar ?esotérico? algo que não é absolutamente reservado e está ao alcance de qualquer um, digno ou não, que vá fazer bom ou mal uso do conhecimento. Regras de Ângulo Didático Demonstrar de frente, de lado ou a 45º em relação ao observador? Sempre que você for praticar para que o seu instrutor o avalie e corrija; sempre que for proceder a demonstrações públicas para que os leigos percebam que Yôga não é nada daquilo que eles imaginavam; ou sempre que você for conduzir uma prática, orientando a outras pessoas, lembre-se de que não deve demonstrar os exercícios aleatoriamente. Há uma regra para tornar o ásana mais estético e mais didático, seja ao vivo, em fotografia ou em vídeo. As regras de ângulo didático (posicionamento do corpo em relação ao observador) são: Posições de flexão para a frente, para trás e de torção são demonstradas de lado. As de flexão lateral são demonstradas de frente. Jamais dar as costas ou as solas dos pés na direção do observador. As posições que estão fora destas categorias são estudadas uma a uma. Em caso de dúvida ou de exercícios que passam de uma categoria para outra, os ásanas podem, excepcionalmente, ser feitos a 45 graus. Regras de Compensação É preciso executar para os dois lados? Mesmo na coreografia? Não se esqueça de que a compensação é fundamental para que os exercícios só proporcionem benefícios e jamais comprometam sua coluna ou a sua saúde em geral. Regras de compensação na prática regular: Sempre que fizer um ásana de anteflexão, compense com um de retroflexão, e vice-versa; sempre que executar uma flexão para a esquerda, compense com uma para a direita, e vice-versa; idem para as torções; e assim sucessivamente. No caso de séries longas, pode ser recomendável reduzir a proporção de retroflexões. Regras de compensação na coreografia: Assim que executar o exercício para um lado, faça para o outro lado um exercício equivalente que o compense. Apesar disso, quando terminar, repita toda a coreografia para o outro lado. No que concerne às coreografias, os ásanas devem ser feitos para um só lado. Conseqüentemente, o cuidado com a compensação deve ser redobrado com a observação desta última regra. Regra Geral de Segurança Como saber quando estou forçando demais ou fazendo algo errado? É muito simples: basta ler com atenção as recomendações que têm sido feitas insistentemente neste livro e observar a próxima norma. Regra de segurança: Esforce-se sem forçar. Qualquer desconforto, dor, aceleração cardíaca ou transpiração em excesso são avisos do nosso organismo para que sejamos mais moderados. Estes exercícios não devem cansar e sim recarregar nossas baterias. Para complementar esta regra, leia atentamente as normas do capítulo Agora vamos juntar tudo e praticar?. Nossa Garantia de Fábrica é de 5.000 anos A grande proteção que o Swásthya proporciona ao praticante é a sucessão de filtros de defesa, uns após outros, de forma que, para alguém conseguir a proeza de dar-se mal, é preciso que seja mesmo um virtuose da inconseqüência. Fator Cumulativo Um interessante fator de proteção no nosso Yôga é que a técnica mais poderosa, capaz de potencializar fortes efeitos, resulta quase nula se não for repetida sistematicamente. Há que se aplicar repetição e ritmo, numa palavra, disciplina! Ora, um indisciplinado dificilmente conseguiria manter um programa metódico para a repetição do erro. Contudo, se ele o fizer, esbarra noutra rede protetora. Texto extraído livro Tratado de Yôga, autor: DeRose. Editora Nobel. Agradecimento aos professores: Michele Hayashi, Ricardo Poli, Sandra Bittencourt e Fred que embelezaram com suas fotos ásanas esse importante artigo do Mestre DeRose. TEXTOS E ARTIGOS Posição física, firme e agradável Artigos 07 de novembro de 2008 Posição física, firme e agradável Texto do livro Tratado de Yôga (Pronuncie ?ássana?, pois o som do z não existe no sânscrito) Ásana é toda posição firme e agradável (sthira sukham ásanam). Essa é a definição ampla e lacônica do Yôga Sútra, capítulo II, 46. Segundo tal definição o número de ásanas é infinito. Outra frase, esta atribuída a Shiva, confirma a de Pátañjali: há tantos ásanas quantos seres vivos sobre a Terra. Outros, porém, limitam o número de ásanas em 84.000, dos quais 840 seriam os mais importantes e, destes, apenas 84 fundamentais. Neste livro, relacionamos 2.000 ásanas. É a maior compilação já realizada na História do Yôga em todo o mundo. Yôga ÁsanaMas o que é ásana, afinal? Ásana é a técnica corporal que, para muita gente, melhor estereotipa o Yôga. Isso ocorre devido ao fato consagrado de que, dentre todas as demais técnicas do Yôga, a única fotografável, filmável e demonstrável em público é o ásana. Você poderia fotografar yôganidrá, filmar pránáyáma, ou demonstrar mudrá... mas não teria muita graça para o público leigo, a menos que fossem combinados com os ásanas. Assim, este anga acabou mais conhecido. Ásana é técnica corporal, sim, mas não exclusivamente corporal. Nada a ver com ginástica, nem com Educação Física. As origens são diferentes, as propostas são diferentes e a metodologia é diferente. Por isso, em Yôga não precisamos de muitas coisas que são fundamentais na Educação Física como, por exemplo, o aquecimento muscular antes dos exercícios. Para quem tiver interesse no estudo comparativo do Yôga com a Educação Física e suas distinções, a fim de não repetir aqui explanações já publicadas, recomendamos a leitura do nosso livro Tudo sobre Yôga. Por economia de palavras as pessoas costumam referir-se ao ásana exclusivamente pelo seu prisma físico. Contudo, o exercício não merece o nome de ásana, a menos que incorpore outros elementos. Se for só exercício físico não é Yôga. Tem que ter três fatores: posição física; respiração coordenada; atitude interior. A posição física precisa ser: estável; confortável; estética A respiração precisa ser: consciente; profunda (abdominal e completa); pausada (ritmada). A atitude interior precisa ter: localização da consciência no corpo; mentalização de imagens, cores e sons; bháva (profundo sentimento, ou reverência). Artigo extraído do livro Tratado de Yôga. Autor: DeRose. Agradecimento ao instrutor de SwáSthya Sandro Novacki da unidade Bela Vista em PortoAlegre. Disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. TEXTOS E ARTIGOS Para que serve o Yôga? Artigos 11 de janeiro de 2008 Para que serve o Yôga? Texto do livro Tratado de Yôga O Yôga não visa a resolver as mazelas do trivial diário e sim a grande equação cósmica da evolução. Mestre DeRose Quando se fala sobre Yôga, surge logo a pergunta: ?para que serve o Yôga, quais são os benefícios que proporciona?? Pense bem: por que o Yôga precisa proporcionar algum benefício? Nestes últimos 50 anos não houve um entrevistador de televisão que tenha deixado de fazer essa indefectível pergunta, ao iniciar seu diálogo com um instrutor de Yôga. Raras são as pessoas que, ao ser instadas por um amigo a praticar Yôga, não perguntem a mesma coisa, como se estivessem a declarar: ?Está bem, posso até praticar Yôga, mas o que é que ganho com isso?? Se essa pessoa fosse convidada a praticar Tênis, Karatê, Natação ou Dança, perguntaria para que serve cada uma dessas modalidades, ou que benefícios receberia em troca, se concedesse a graça da sua presença? Não é convincente a justificativa de que é preciso fazer tal pergunta por ninguém conhecer bem o Yôga. Isso pode servir para os segmentos semi-analfabetos das populações pobres, mas não para as classes medianamente instruídas. O Yôga está expressivamente difundido há mais de um século no Ocidente. É difícil encontrar um clube que não tenha aulas de Yôga. Rara é a revista que não publique pelo menos uma reportagem por ano sobre o tema. Portanto, trata-se de uma postura viciosa, saída não se sabe de onde, essa que induz a população a fazer automaticamente aquela pergunta nada lisonjeira. Por qual motivo o Yôga precisa proporcionar algum benefício? Golfe, Tênis, Aeróbica, Rugby, Skate, Surf, Ginástica Olímpica e muitas outras atividades físicas são proverbialmente prejudiciais à coluna, articulações, ligamentos, mas apesar disso legiões dedicam-se a elas, mesmo sabendo que trazem mais malefícios do que benefícios. Alguém perguntaria: ?Para que serve a Ginástica Olímpica? Que benefícios me proporcionaria? Sim, porque preciso saber antes de decidir praticá-la. Como é que eu entraria sem saber para que serve??. Para que serve aprender pintura, escultura, teclado ou canto? Alguém em sã consciência cometeria tal questionamento? Yôga antes que você precise Faça Yôga por prazer como faria alguma daquelas modalidades esportivas ou artísticas. Consideramos um procedimento mais nobre ir ao Yôga sem finalidade de benefícios pessoais, mas sim impelido pelo mesmo motivo que induz o artista a pintar o seu quadro: uma manifestação espontânea do que está em seu íntimo e precisa ser expressado. Faça Yôga se você gostar, se tiver vocação, se ele já estiver fervilhando em suas veias. Não porque precise. Não é justificável buscar o Yôga nem mesmo por motivação espiritualista, pois não deixa de ser uma forma de egotismo dissimulado, já que visa a uma vantagem espiritual. Se o praticante busca exclusivamente as conseqüências secundárias, que são a terapia, a estética, o relaxamento, limitar-se-á às migalhas que caem da mesa ? e o instrutor não conseguirá ensinar-lhe realmente Yôga, tal como o professor de Ballet não conseguiria ensinar dança a um aluno que almejasse apenas perder peso. Efeitos versus Yôga Em terra de cego, quem tem um olho... errou! Mestre DeRose Existem dois tipos de praticante: um que vem buscando benefícios e outro que vem buscando Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Claro que ensinar a quem quer Yôga, e não vantagens pessoais, é mais gratificante. Isso não significa que vamos recusar nem discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizá-lo de que uma coisa nobre é o Yôga e outra bem inferior são seus efeitos. O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê, pesquisa, investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a seriedade ou autenticidade do método, encorajando, dessa forma malsã, a disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios. O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou não, desde que consiga usufruir dos efeitos. Mesmo que eles sejam produto de uma mistura exótica de espiritismo, massagem, hipnose, macrobiótica, esoterismo, florais, cristais e curandeirismo, que nada tenha a ver com o Yôga. Agora, imagine uma outra situação, conseqüência da atitude acima descrita. Suponha que você seja um professor de Ballet Clássico e, cada vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para tornar seu aluno um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame: ? Ah! Professor, não exija tanto de mim. Não estou aqui para aprender a dançar. Vim só para emagrecer. E um outro: ? Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da dor na coluna. E outro mais: ? Já não estou em idade de dançar. Meu médico me mandou aqui para tratar da asma. No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos voltados só aos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga. Por essa razão temos evitado falar dos superlativos benefícios que a prática do Swásthya Yôga pode proporcionar. Ademais, colhemos a vantagem da compostura ética de não ficar fazendo propaganda apelativa. Não prometemos coisa alguma. Quem vem praticar conosco é porque entendeu nossa proposta e já sabe o que quer. Isto posto, podemos permitir-nos discorrer sobre alguns efeitos mais comuns para responder àquela tão famigerada pergunta. Ah! Os benefícios... Se você compreendeu o que foi colocado acima, então aceitamos explanar sobre os tão decantados benefícios. O Swásthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com seus exercícios biológicos beneficia a coluna vertebral, os sistemas nervoso, endócrino, respiratório e circulatório. Os ásanas (técnicas corporais) promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide; melhor irrigação cerebral pelas posições invertidas; consciência corporal, coordenação motora e elasticidade que auxiliarão outros esportes. Os kriyás (atividades de purificação das mucosas) promovem a higiene interna, das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas, etc. Os bandhas (contrações ou compressões de plexos e glândulas) prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos. Os pránáyámas (exercícios respiratórios) fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa. Os mantras (vocalização de sons e ultra-sons), em primeira instância aplicam vibração vocálica para desesclerosar meridianos energéticos; em segunda instância permitem equilibrar os impulsos de introversão/extroversão e dinamizar chakras; em terceira instância, ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação. O yôganidrá (técnica de descontração) é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com os demais angas da prática, implode o stress. O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento. Estes efeitos, e muitos outros, são simples conseqüências de exercícios. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendemos a respirar melhor, relaxar melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados, trabalhar melhor a coluna e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o incremento da saúde e a redução de estados enfermiços. Com a redução da tensão conseguimos minimizar a reação em cadeia de efeitos secundários. Stress. Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo. O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou, então, exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual, dores nas costas e o pior de todos os problemas de saúde: as contas do médico! Basta reduzir o stress para amenizar também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas. O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados. Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle do stress. Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida. Úlcera, pressão alta, enfarte. Aí estão três conseqüências diretas do stress e da vida sedentária. A maior parte dos tratamentos é paliativa. Quem tem úlcera ou pressão alta, passa anos a fio sendo medicado e sendo submetido a restrições na alimentação. Não obstante, quando ocorre uma contrariedade na empresa ou na família os sintomas costumam se agravar. O enfarte, quando não mata, inutiliza o profissional. O Yôga oferece benefícios em dois níveis: antes e depois de já ter tido problemas com essas doenças. Antes, a prática do Yôga visa a reduzir enormemente a incidência de úlcera, pressão alta e enfarte em quem ainda não os teve. Depois, costuma auxiliar de forma palpável a recuperação da pessoa afetada. A úlcera e a pressão, geralmente já mostram melhoras desde o início da prática do Yôga, o que pode ser facilmente sentido pelo próprio praticante e confirmado pelo seu médico, cujo acompanhamento é obrigatório. Quanto ao enfarte, esse tem no Yôga um conjunto de exercícios agradáveis e saudáveis que contribuirão efetivamente para mantê-lo em boa forma e para minimizar a possibilidade de um novo enfarte. A expectativa de vida de um cardíaco que pratique Yôga bem orientado chega a igualar e, às vezes, superar a de uma pessoa não-cardíaca, mas que não pratique Yôga. Insônia. Ninguém sabe explicar como nem porquê, mas se você praticar Yôga de manhã ou à tarde, conciliará o sono facilmente à noite. Por outro lado, praticar à noite costuma deixar a pessoa mais desperta (os estudantes praticam Yôga à noite para passar a madrugada estudando). Há, porém, exercícios por excelência que ligam mais se praticados à noite (bhástriká, sirshásana) e os que, mesmo feitos antes de dormir, ajudam a conciliar o sono (vamah krama, shavásana, dhyána). Temos tido casos de pessoas que há anos não conseguiam dormir sem medicamentos e que já no dia da primeira prática de Yôga, simplesmente esqueceram-se de tomar o remédio e dormiram a noite toda. Contudo, se, eventualmente, você não tiver sono, não se abale com isso: vá ler os nossos livros de Yôga. Enxaqueca. Aquela dor de cabeça que ocorre de tempos em tempos, às vezes acompanhada de outros sintomas, tais como luzes cintilantes, enjôo, etc., pode ser a tal da enxaqueca. Ela não tem remédio definitivo. Usam-se como paliativos os analgésicos mais ou menos fortes e uma série de cuidados com a alimentação e com o stress. Certos alimentos podem desencadear a enxaqueca numa pessoa e não numa outra. Às vezes o leite desencadeia um acesso de enxaqueca, ou o ovo, ou comer demais, ou misturar muitos alimentos. Outras vezes, basta apenas uma emoção ou tensão. Para interrompê-lo você pode experimentar uma boa dose de café forte ou de chá preto bem forte, desde que seja bem no início da crise. Mas atenção: se você está habituado a usar muito café ou muito chá, o efeito poderá não ser tão bom. A prática regular do Yôga costuma ir progressivamente espaçando mais os períodos entre uma enxaqueca e outra, assim como ir reduzindo consideravelmente a intensidade de cada uma. Muitos alunos nossos declararam que nunca mais tiveram acessos de enxaqueca a partir do seu primeiro mês de Yôga. Asma. Uma crise de asma geralmente precisa de dois fatores para que possa ocorrer: um físico e outro emocional, com predominância do primeiro ou do segundo, conforme a pessoa. Entretanto, tanto num caso quanto no outro, os exercícios de Yôga têm-se mostrado excepcionalmente eficientes para reduzir a intensidade das crises e espaçá-las cada vez mais. Os efeitos do Yôga sobre a asma também são muito rápidos, desde que o praticante execute em casa alguns exercícios respiratórios durante menos de cinco minutos por dia e participe de uma ou duas práticas completas por semana com um instrutor. A maior parte dos asmáticos abandona a bombinha já na primeira aula. Basta executar um respiratório toda vez que achar que vai ter uma crise. A bomba fica no bolso só como apoio psicológico. Vários alunos nossos que sofreram com a asma durante muitos anos, desde a primeira aula observaram melhoras e mais tarde declararam-se livres desse desconforto. Depressão. Algumas vezes a depressão tem razões justificadas e nesse caso é perfeitamente normal se, completado o seu ciclo, ela se extingue naturalmente, não deixa seqüelas e demora para se repetir. Se a depressão é muito intensa, muito freqüente ou sem razão aparente, requer uma atenção especial. O Yôga possui técnicas eficazes no combate à depressão. Uma delas é a hiperventilação que bombeia mais oxigênio para o cérebro. O Yôga utiliza tais técnicas há milhares de anos, mas só recentemente a ciência esboçou uma explicação: é que o aumento de oxigenação cerebral produz uma sensação de euforia, a qual elimina a depressão sem a necessidade de medicamentos. Exercícios respiratórios, aliados a exercícios físicos moderados e técnicas de relaxamento deram a fórmula perfeita para a eliminação da depressão. Emagrecimento. No Yôga nós conseguimos emagrecer sem transpiração nem regime. É claro que a moderação alimentar é recomendável, mas não a neurose torturante das dietas. Consta que o Yôga emagrece por atuar nas glândulas e regular a orquestra endócrina. Por exemplo, observa-se que diversos exercícios com fama de emagrecedores eficientes são executados sem esforço e quase todos estão comprimindo ou distendendo a tireóide. É sabido que a estimulação dessa glândula tende a produzir emagrecimento. Outro recurso do Yôga é aumentar a absorção de comburente (oxigênio) através de determinados respiratórios, o que, acredita-se, induz ao aumento da queima das gorduras do organismo. Há também exercícios de enrijecimento da musculatura e de contração do abdomem, os quais produzem um resultado estético que supera as expectativas. Fora os exercícios, há o aconselhamento alimentar, pois não se pode ignorar que certos alimentos engordam mais do que outros. Mas isso nada tem a ver com regime ou dieta. Finalmente, o Yôga conta com um trunfo poderoso: proporciona equilíbrio emocional, o qual freqüentemente falta nas pessoas que não conseguem emagrecer e que torna infrutífera qualquer outra tentativa, seja ela de exercícios, seja de restrição alimentar, o que pode até criar uma neurose. Enfim, estes são os segredos do Yôga para conseguir tão bons resultados de emagrecimento em tempo razoavelmente curto. Coluna. Quem é que não tem algum problema de coluna? Quase todo o mundo tem. A razão disso é a vida sedentária que se tem hoje em dia, aliada às cadeiras e poltronas das residências, escritórios, automóveis e cinemas, totalmente mal projetadas. A isso, some-se o hábito de sentar-se mal, com a coluna torta, e o de ficar em pé com má postura; parar numa perna só, sempre a mesma; dormir numa posição só; carregar bolsa, pasta ou embrulhos sempre de um mesmo lado; levantar peso com a coluna mal colocada; dormir em camas muito moles e com travesseiros muito altos; etc. Mas de todas as causas, a principal é a falta de exercício moderado, já que o exercício violento faz mais mal do que bem à coluna. Veja o cooper/jogging. A cada passada ocorre um pequeno trauma ritmado sobre as vértebras, o qual, repetido, pode causar problemas em algumas pessoas que já não tenham a coluna muito boa. O Yôga tem produzido ótimos resultados para problemas de coluna, tais como lordose, cifose e escoliose. Para o bico-de-papagaio, hérnia de disco e outros mais graves, o Yôga atua bastante como profilaxia, ou então, quando já em estado evoluído, ajuda a atenuar as dores desde que, nesse caso, sob estrita orientação do fisiatra ou ortopedista. Por outro lado há toda uma legião de pessoas que padece de dores crônicas nas costas, mas cujo desconforto não tem nada a ver com a coluna propriamente dita. São dores musculares, facilmente elimináveis com as flexões, extensões, torções e trações proporcionadas pelos exercícios de Yôga, sempre biológicos. Além disso, ainda há os relaxamentos que ajudam a eliminar as tensões musculares, quer sejam elas provenientes de má postura, cansaço físico ou stress. Se você quiser testar os efeitos em sua própria casa, execute os exercícios indicados nesta obra. Você constatará que mesmo praticando por livro, a tendência é o alívio imediato das dores nas costas, a menos que você tenha algum problema que exija os cuidados de um médico. De qualquer forma, a prática com um instrutor formado é o mais aconselhável, pois ele dispõe de um bom arsenal de técnicas que aplicará de acordo com a necessidade do aluno. Impotência sexual/frigidez. Aí está uma das coisas que despertam mais atenção no Yôga. É que a simples prática regular aumenta bastante a energia sexual e aprimora o prazer sensorial. Os homens têm mais reservas em confidenciar este problema, mas não resistem e comentam os resultados fascinantes de uma prática a curto prazo. É até freqüente, o homem e a mulher que praticam Yôga, perceberem sinais de excitação genital durante a execução de alguns exercícios, mesmo em sala de aula. Alguns, preocupados, vêm nos consultar depois da aula para saber se há algo errado com eles, mas esclarecemo-lhes que é perfeitamente natural, pois o Yôga tem uma atuação muito intensa nas glândulas endócrinas a fim de despertar a kundaliní e, com isso, produzir o samádhi, estado de hiperconsciência e autoconhecimento que constitui a meta do Yôga. Mas cuidado: há o outro lado da medalha. É que também aumenta a fertilidade. Muitos casais que não conseguiam ter filhos, com a prática do Yôga obtiveram a fecundação em pouco tempo. O curioso é que nenhum deles fôra praticar Yôga para isso, pois não imaginavam que tivesse tal efeito. Alongamento muscular. Sabe-se, nos círculos mais informados, que o alongamento ou streching é, nada mais, nada menos, que um segmento do Yôga denominado ásana (pronuncia-se ássana). Por isso, quem detém o melhor know-how de alongamento são os instrutores de Yôga. Desenvolvemos no Yôga um método de alongamento a frio que é muito mais eficiente e ainda nos garante duas coisas com as quais todo desportista sonha: proteção quase infalível contra distenções (mesmo praticando esportes sem o aquecimento prévio); o desportista não sai de forma quando precisa interromper os treinos (dependendo do esporte, pode manter o atleta relativamente em forma, até durante anos sem treinar). Graças ao perfeito domínio técnico deste know-how, temos treinado muitos desportistas, dançarinos e lutadores, com resultados bastante animadores. Se você quiser conhecer o método ou se não acredita que funcione, aceite o convite de vir praticar um pouco de Yôga e dê adeus ao fantasma da distensão... Flexibilidade x musculação. É verdade que quanto mais musculado, com menos flexibilidade você fica? Isso é apenas uma meia verdade. Primeiro, vamos entender o que é a flexibilidade. Muita gente confunde alongamento muscular com flexibilidade. Ocorre que esta compreende uma série de fatores dos quais os músculos são só uma parte. É geralmente aceito que o músculo muito alongado perde em força e que o músculo muito forte perde em alongamento. Contudo, se você souber trabalhar o seu corpo, vai obter músculos fortes e bem alongados, simultaneamente. Um bom exemplo disso é a ginástica olímpica. O Swásthya Yôga possui uma divisão de técnicas que desenvolvem a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários, o que contribui para uma performance superior em qualquer esporte, dança ou luta. E ainda garante uma proverbial flexibilidade articular e muscular, obtidas mediante a eliminação de tensões localizadas, a conscientização de grupos musculares e as permanências maiores no ponto culminante de solicitação. Se você não quiser experimentar o Yôga por ter alguma espécie de preconceito, lembre-se de que outros desportistas não estão tendo reserva alguma e vieram aliar o Yôga ao esporte. Então, mesmo que você não pratique Yôga, terá a oportunidade de confirmar a superioridade de quem pratica... ao competir com ele! Competição esportiva. Você já observou que mesmo com o corpo em repouso, quando fica nervoso a respiração acelera? É comum as pessoas ficarem ofegantes quando emocionadas por um grande susto, medo, raiva ou nervosismo ? como, por exemplo, antes de uma competição. Muito antes de você pôr os músculos a trabalhar, o coração já está acelerado, a musculatura pré-intoxicada e o corpo cheio de adrenalina, tudo isso com uma antecipação prejudicial. O resultado é uma considerável perda de energia e uma queda de rendimento, só por nervosismo e stress. Lá se vai o fôlego por falta de controle emocional. Lá vem uma distensão só porque você estava tenso demais e contraiu muito a musculatura. Quantas medalhas e troféus foram perdidos por causa disso! Se você fizesse Swásthya Yôga, tal não aconteceria. Nas empresas. Nos cargos de decisão e comando, o Yôga, ao controlar o stress, reduziu os índices de esgotamento, estafa, úlceras, gastrite, pressão alta, enfarto, enxaqueca e insônia. No pessoal de escritório, ao combater o sedentarismo, eliminou dores nas costas, corrigiu alguns problemas de coluna, hemorróidas, sonolência depois do almoço e irritabilidade que atrapalhava as relações humanas entre os funcionários e emperrava a máquina administrativa. Entre os operários, aumentou a produtividade em cerca de 30%, pois oxigenou seus cérebros e lhes proporcionou mais concentração o que reduziu os erros operacionais e os acidentes para quase zero. Em todos os escalões observou-se uma queda considerável nas faltas ao trabalho por motivos de saúde. Só de gripes, por exemplo, as faltas caíram para menos da metade. No conjunto, os exercícios preconizados pelo Yôga aumentam a qualidade e a expectativa de vida, proporcionando um sensível rejuvenescimento por acréscimo de vitalidade, energia sexual e saúde generalizada. Constitui o exercício mais biológico já criado pelo ser humano. Bem, há muitos efeitos, mas vamos ficar por aqui pois não queremos despertar um excesso de atenção do leitor para os efeitos, uma vez que não é essa a tônica que queremos enfatizar. Artigo extraído do livro Tratado de Yôga. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. TEXTOS E ARTIGOS O Yôga mais antigo não é o Clássico Artigos 02 de janeiro de 2008 O Yôga mais antigo não é o Clássico Texto do livro Origens do Yôga Antigo Neste ponto, detectamos um erro gravíssimo cometido pela maior parte dos autores de livros e pelos professores de Yôga. Declaram eles com freqüência que o Yôga mais antigo é o Yôga Clássico, do qual ter-se-iam originado todos os demais. É muito fácil provar que estão sofrendo de cegueira paradigmática. Primeiramente, nada nasce já clássico. A música não surgiu como música clássica. Primeiramente surgiu a música primitiva, que precisou evoluir milhares de anos até que conquistasse o status de música clássica (tanto faz se música clássica européia ou música clássica hindu). A dança é outro exemplo eloqüente. Primeiro surgiu a dança primitiva, que precisou evoluir milhares de anos até chegar a ser considerada dança clássica (seja ela Ballet Clássico ou Bhárata Natya). Nada nasce já clássico. E assim foi com o Yôga. Primeiramente, nasceu o Yôga Primitivo, Pré-Clássico, Pré-Ariano, Pré-Vêdico, Proto-Histórico. Ele precisou se transformar durante milhares de anos para chegar a ser considerado Yôga Clássico. Provado está que o Yôga Clássico não é o mais antigo, conseqüen­temente, não nasceram dele todos os demais ? o Pré-Clássico, por exemplo, não nasceu dele. Além dessa demonstração, nas escavações em diversos sítios arqueológicos foram encontradas evidências de posições de Yôga muito anteriores ao período clássico e textos que precederam essa época já citavam o Yôga. Mas como doutos escritores e Mestres honestos cometeram um erro tão primário? Acontece que a Índia foi ocupada pelos áryas, cujas últimas vagas de ocupação ocorreram em cerca de 1.500 a.C. Isso foi o golpe de misericórdia na Civilização Harappiana, de etnia dravídica. Conforme registraram muitos historiadores, os áryas eram na época um povo nômade guerreiro sub-bárbaro. Precisou evoluir mil e quinhentos anos para ascender à categoria de bárbaro durante o Império Romano. A Índia foi o único país que, depois de haver conquistado a arte da arquitetura, após a ocupação ariana passou séculos sem arquitetura alguma, pois seus dominadores sabiam destruir, mas não sabiam construir, já que eram nômades e viviam em tendas de peles de animais. Como sempre, ?ai dos vencidos?. Os arianos aclamaram-se raça superior (isto lembra-nos algum evento mais recente envolvendo os mesmos arianos?) promoveram uma ?limpeza étnica? e destruíram todas as evidências da civilização anterior. Essa eliminação de evidências foi tão eficiente que ninguém na Índia e no mundo inteiro sabia da existência da Civilização Harappiana, até o final do século dezenove, quando o arqueólogo inglês Alexander Cunningham começou a investigar umas ruínas em 1873. Por isso, as Escrituras hindus ignoram o Yôga Primitivo e começam a História no meio do caminho, quando o Yôga já havia sido arianizado. Tudo o que fosse dravídico era considerado inferior, assim como o fizeram nossos antepassados europeus ao dizimar os aborígines das Américas e usurpar suas terras. O que era da cultura indígena passou a ser considerado selvagem, inferior, primitivo, indigno e, até mesmo, pecaminoso e sacrílego. Faz pouco mais de 500 anos que a cultura européia destruiu as Civilizações Pré-Colombianas e as aldeias de aborígines, e já quase não há vestígio das línguas (a maioria foi extinta), assim como da sua medicina, das suas crenças e da sua engenharia que construiu Machu Picchu, as pirâmides, os templos e as fortalezas, cortando a rocha com tanta perfeição sem o conhecimento do ferro e movendo-as sem o conhecimento da roda. Da mesma forma, na Índia, após mil e tantos anos de dominação ariana, não restara vestígio algum da extinta Civilização Dravídica. O Yôga mais antigo? Só podia ser ariano! Descoberto o erro histórico há mais de duzentos anos, já era hora de os autores de livros sobre o assunto pararem de simplesmente repetir o que outros escreveram antes dessa descoberta e confessar que existira, sim, um Yôga arcaico, Pré-Clássico, Pré-Vêdico, Pré-Ariano, que era muito mais completo, mais forte e mais autêntico, justamente por ser o original. Artigo extraído do livro Origens do Yôga antigo. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. NOSSO MÉTODO TATYANA JORGE MARIAMA BRAGA LUCIENE ROCHA ROSANA OLIVEIRA JULIA FADEL JEFFERSON GRECO CONHEÇA UM POUCO MAIS Nosso método é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento. Precisamos esclarecer que o foco do Método não é oferecer benefícios, uma vez que cada um tem suas expectativas pessoais e seria inadequado afirmar que poderia suprir a todas. Os eventuais resultados são apenas consequências de uma filosofia de vida saudável. Os fundamentos da proposta cultural concebidas pelo Método vem sendo difundidos há mais de cinco décadas. O Método aponta os mecanismos para se obter uma boa qualidade de vida, objetivo perseguido pela maioria dos profissionais nos dias de hoje. Por meio de reeducação comportamental, uma alimentação saudável, boas relações humanas, boa forma e boas maneiras pode-se conseguir a otimização da vitalidade, produtividade e administração do stress. Graças ao alcance de sua proposta, o nosso método transformou-se em mais do que simplesmente um curso e passou a constituir uma cultura, um estilo de se viver. Seu aspecto fundamental é o alcance do bem-estar pessoal. Para atingir essa meta, diversas ferramentas são utilizadas, entre elas, técnicas respiratórias, técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, além de procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. A Unidade Santos, filiada à Uni-Yôga, é a maior escola de Yôga da Baixada Santista. Nossa casa é um espaço de cultura e bem estar, um ambiente onde poderá participar de bate-papos, cursos e workshops sobre comportamento, gastronomia, etiqueta e filosofia oriental, assim como classes de respiração, descontração muscular e nervosa, meditação, mantras, técnicas orgânicas, tanto em grupo como com um personal trainer. Contamos com uma belíssima estrutura composta por duas salas de práticas especialmente projetadas, com piso E.V.A, ar condicionado, ventiladores, iluminação especial, espaço para projeção de vídeos, vestiário com banheiro privativo, sala de convivência, lounge, espaço gourmet, biblioteca, videoteca e muito mais. As aulas acontecem de segunda a sexta das 7hs à 22h30 e aos sábados das 8h30 às 12h30 (veja grade de horário). Aos domingos temos aulas na praia. E nos finais de semana em geral, acontecem atividades extra-curriculares, cursos e workshops, que têm temas variados como respiração, técnicas corporais, meditação, alimentação e mais uma variedade de recursos que o praticante poderá utilizar para enriquecer ainda mais suas práticas e ampliar seu conhecimento filosófico. Os profissionais que fazem parte da equipe da escola atualmente formam um time preparado para orientar os alunos para a prática do Yôga de maneira séria e profissional. Todos têm formação pela Primeira Universidade de Yôga do Brasil e mantém seus estudos continuamente, sendo avaliados anualmente pela Federação de Yôga do Estado de São Paulo. CONHEÇA MAIS SOBRE O MÉTODO DEROSE INSTRUTORES CATEGORIA TEXTOS E ARTIGOS O Ego e o SwáSthya Yôga Artigos 5 de dezembro de 2008 O Ego e o SwáSthya Yôga Texto do livro Origens do Yôga Antigo As modalidades de Yôga que se tornaram mais conhecidas nos últimos séculos eram do tronco medieval (Vêdánta-Brahmácharya). Uma característica dessa linhagem é o esforço para aniquilar o ego. Isso confunde muito os praticantes (e até instrutores) do tronco Pré-Clássico (Sámkhya-Tantra), pois esse conceito está bastante difundido na Índia de hoje e na literatura que proveio de lá. Como estudiosos que são, nossos adeptos travam contato, de alguma maneira, com a bibliografia que prega a aniquilação do ego e mesclam-na inadvertidamente com a proposta do SwáSthya Yôga. Quando alguém nos desagrada, a atitude mais primária é querer livrar-nos da pessoa, ao invés de administrar o relacionamento e torná-lo produtivo. Quando um animal é indomável, a solução primitiva é castrá-lo. Assim fazem os Vêdánta-Brahmácharyas com o ego. Nossa estirpe, 4.000 anos mais antiga, tem outra opinião. Nós entendemos que o ego é uma ferramenta importante do ente humano. Não queremos acabar com o ego, ao contrário, nosso método de trabalho atua no sentido de reforçar o ego para poder utilizar sua colossal força de realização. Sem ego não há criatividade, combatividade, arte ou beleza. E mais: a maioria dos que declaram que o ego é isto, que o ego é aquilo, são hipócritas porque manifestam muito mais ego que os outros; frustrados por não conseguir eliminá-lo; ou mal intencionados por utilizar esse argumento para manipular seus seguidores. Anular o ego seria como castrar um animal de montaria e depois utilizá-lo, caminhando cabisbaixo, sem libido. Trabalhar o ego equivale a domar e montar um cavalo andaluz ?inteiro?, fogoso, orgulhoso, com sua cabeça erguida e suas passadas viris. Você é o Púrusha, sua montaria é o ego. Você prefere montar um pangaré derrotado ou um elegante garanhão? Castrar o ego seria fácil demais. Domá-lo, isso sim é uma empreitada que requer coragem e muita disciplina. Eliminar o ego corresponde à covardia e fuga perante o perigo. Adestrá-lo denota coragem e disposição para a luta. O SwáSthya Yôga, nome moderno do Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, quer que você não seja castrado. O SwáSthya reforça sua libido e o seu ego. Em seguida, canaliza essa força resultante para fins construtivos. Ter ego não é o problema. Tê-lo deseducado, selvagem, incivilizado, criador de casos e de conflitos com as outras pessoas, esse é o grande inconveniente. Basta não nos esquecermos de que devemos mandar nele e não o contrário. Portanto, no lugar de envidar esforços para destruir, vamos investir em algo construtivo. Nada de destruir o ego. Vamos cultivá-lo, com disciplina e a noção realista de que precisamos dele para a nossa realização pessoal, profissional e evolutiva. Já está na hora de sabermos converter energias negativas em positivas, como no quadro abaixo: POSITIVO (utilize:) NEGATIVO (no lugar de:) Amor Paixão Zelo Ciúme Erotismo Luxúria Raiva Ódio Orgulho Vaidade Ambição Cobiça Admiração Inveja Precaução Medo Agressividade Violência Sinceridade Franqueza (crudeza) Prosperidade Opulência Diplomacia Hipocresia Liberdade Anarquia Disciplina Repressão Sugestão Crítica Colaboração Reclamação Sim, a coluna da esquerda apresenta alguns sentimentos que nossa cultura judaico-cristã considera depreciativamente. Contudo, a raiva constrói. A agressividade educada conduz à vitória. Dessa forma, eliminando o ego, o erotismo, a raiva, o orgulho, a ambição, a agressividade, todos os tratores do sucesso são igualmente eliminados. No SwáSthya não queremos lidar com fracassados. Queremos gente forte, com um ego poderoso, mas educado. Artigos relacionados Você está insatisfeito? Artigo extraído do livro Origens do Yôga Antigo. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. TEXTOS E ARTIGOS O Brasil está exportando cultura A coisa mais rara é a Europa comprar cultura do Brasil. Tivemos um filósofo brasileiro, falecido na década de 80, que era um verdadeiro gênio. Seu nome, Huberto Rohden. Escreveu mais de 60 livros, traduziu o Novo Testamento, traduziu também a escritura indiana Bhagavad Gítá, etc. Quando jovem ele esteve na Alemanha e, na época, escreveu um livro de filosofia em alemão impecável. Enviou a obra a um editor que a aceitou incontinenti. Mandou chamar o autor para firmar contrato de edição. No entanto, quando Rohden abriu a boca o editor percebeu tratar-se de brasileiro e voltou atrás, recusando-se a editar o livro. ?De brasileiros nós não compramos cultura. Compramos só café?, disse o preconceituoso germânico. Pois esse panorama está mudando graças, em grande parte, à atuação da Universidade de Yôga, fundada no Brasil há dez anos. Na verdade, esse trabalho já vem sendo desenvolvido na Terra de Santa Cruz há mais de 40 anos, sendo 30 junto às Universidades Federais e Católicas de vários estados. A Uni-Yôga é cada vez mais respeitada lá fora, e hoje Brasileiros estão sendo convidados sistematicamente para ir ensinar a célebre filosofia hindu na União Européia. A Universidade de Yôga está se expandindo rapidamente para países como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra e outros, para defender o bom nome da nossa terra no Velho Mundo. O que proporcionou seu tão expressivo crescimento no Brasil e aceitação no resto do mundo foi o fato de que a Uni-Yôga ensina uma modalidade diferente de Yôga que não se enquadra nos estereótipos zen. Quem não conhece o assunto a fundo, supõe tratar-se de uma novidade. Na verdade, é uma antiguidade. Só é novo para quem desconhecia essa proposta de resgate do Yôga Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano. Trata-se do tronco de Yôga mais antigo, o qual, certamente, é bem distinto da imagem ingênua que o consumismo ocidental atribuiu àquela tradição milenar, patrimônio cultural da Humanidade. No início foi um pouco difícil fazer a Opinião Pública compreender que a interpretação habitual que ela conferia ao Yôga não se adequava ao nosso trabalho. Mas, finalmente, toda a opinião pública ? e com ela, os jornalistas ? começou a entender que professávamos um aspecto mais sério e profundo. Na verdade, esse foi um fenômeno que ocorreu de fora do nosso país para dentro. Primeiro nosso trabalho passou a ser respeitado lá fora, enquanto que no Brasil tínhamos de engolir deboches e difamações veiculadas por concorrentes que queriam comprar uma briga comercial. Não compreendiam que teriam de ficar brigando sozinhos, pois, primeiro, não fazemos um trabalho comercial; e, segundo, não somos concorrentes deles, pois trabalhamos com outro público, temos outra proposta. Aí, pouco a pouco, com a generosidade da Imprensa, começamos gradualmente a conquistar também dentro do Brasil o mesmo conceito que temos lá fora. Hoje é de domínio público que se o interessado quiser praticar Yôga para benefícios pessoais, terapia ou misticismo não vai encontrar nada disso na Uni-Yôga. Mas se desejar aprofundar-se num estudo técnico e sério, orientado por profissionais dedicados, isso sim, ele encontrará na Universidade de Yôga, tanto no Brasil, quanto na Argentina, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha e outras nações. DeRose Doutor Honoris Causa pela Ordem dos Parlamentares do Brasil, Reconhecimento do título de Mestre em Yôga (não-acadêmico) e Notório Saber pela FATEA ? Faculdades Integradas Teresa d?Ávila (SP), pela Universidade Estácio de Sá (MG), UniCruz (RS), Faculdades Integradas Coração de Jesus (SP), Universidade do Porto (Portugal) e Universidade Lusófona de Lisboa (Portugal). Comendador e Notório Saber em Yôga pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração. Comendador pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. Grau de Cavaleiro pela Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo, reconhecida pelo Regimento de Cavalaria 9 de Julho da Polícia Militar. Medalha de agradecimento da Unicef da União Européia. Introdutor do Yôga nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas do Brasil e em universidades da Europa. Criador da Primeira Universidade de Yôga do Brasil e Universidade Internacional de Yôga, em Portugal. Criador do primeiro projeto de lei em 1978 pela Regulamentação dos Profissionais de Yôga. MESTRE DE ROSE Resumo do Histórico DeRose é Doutor Honoris Causa, Comendador e Notório Saber por várias entidades culturais e humanitárias, Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil, Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, e Conselheiro da Academia Latino-Americana de Arte. Tem mais de 50 anos na profissão de educador e 24 anos de viagens à Índia, freqüentando durante essas estadas no país inúmeras escolas, mosteiros e outras entidades culturais, nas quais buscou aprimorar seu conhecimento da Filosofia Hindu. Em 1960 DeRose começou a lecionar numa conhecida sociedade filosófica. Em 1964 fundou o Instituto Brasileiro de Yôga. Em 1969, publicou o primeiro livro (Prontuário de Yôga Antigo), que foi elogiado pelo próprio Ravi Shankar, pela Mestra Chiang Sing e por outras autoridades. Em 1975, já consagrado como um professor sincero, encontrou o apoio para fundar a União Nacional de Yôga, a primeira entidade a congregar instrutores e escolas de todas as modalidades de Yôga, sem discriminação. Foi a União Nacional de Yôga que desencadeou o movimento de união, ética e respeito mútuo entre os profissionais dessa área de ensino. Desde então, a União cresceu muito e conta hoje com centenas de escolas, praticamente no Brasil todo e instrutores na Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Itália, Havaí, Indonésia, Canadá, Estados Unidos, Austrália e outros países. Em 1978, DeRose liderou a campanha pela criação e divulgação do Primeiro Projeto de Lei visando à Regulamentação da Profissão de Professor de Yôga, o qual despertou viva movimentação e acalorados debates de Norte a Sul do país. A partir da década de setenta, introduziu os Cursos de Extensão Universitária para a Formação de Instrutores de Yôga em praticamente todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Em 1980, começou a ministrar cursos na própria Índia e a lecionar para instrutores de Yôga na Europa. Em 1982, realizou o Primeiro Congresso Brasileiro de Yôga. Ainda em 82, lançou o primeiro livro voltado especialmente para a orientação de instrutores, o Guia do Instrutor de Yôga; e a primeira tradução do Yôga Sútra de Pátañjali, a mais importante obra do Yôga Clássico já feita por professor de Yôga brasileiro. Desafortunadamente, quanto mais sobressaía, mais tornava-se alvo de uma perseguição impiedosa movida pelos que sentiam-se prejudicados com a campanha de esclarecimento movida pelo Prof. DeRose. Em 1994, completando 20 anos de viagens à Índia, fundou a Primeira Universidade de Yôga do Brasil e a Universidade Internacional de Yôga em Portugal. Em 1997, DeRose lançou os alicerces do Conselho Federal de Yôga e do Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga. TEXTOS E ARTIGOS Meditação Artigos 23 de novembro de 2007 Meditação Texto do livro Meditação e autoconhecimento Meditação é uma palavra inconveniente para definir a prática chamada dhyána em sânscrito, já que essa técnica consiste em parar de pensar, mas o dicionário define meditar como pensar, refletir. Na verdade, o termo dhyána pode ser usado tanto para designar o exercício de meditação, quanto o estado de consciência obtido com essa prática. Ela consiste em concentrar-se e não pensar em nada, não analisar o objeto da concentração, mas simplesmente pousar a mente nele até que ela se infiltre no objeto. ?Quando o observador, o objeto observado e o ato da observação se fundem numa só coisa, isso é meditação?, dizem os Shástras. Portanto, o melhor termo em nossa língua para definir esse fenômeno é contemplação. Por outro lado, não queremos alimentar o falso estereótipo popular de que os praticantes de Yôga sejam ?contemplativos?. Assim sendo, essa palavra que melhor define dhyána torna-se inconveniente no momento atual. Então, resta-nos uma outra designação. O estado de consciência que os britânicos do século XVIII arbitraram chamar de meditation é, na verdade, um tipo de intuição, ou seja, o mecanismo que possuímos para veicular a consciência, o qual está localizado acima do organismo mental. Intuição, todos já tivemos uma manifestação desse fenômeno, alguns mais outros menos. Trata-se de um canal que nos traz o conhecimento por via direta, sem a interferência do intelecto. Foi intuição aquele episódio familiar ou profissional no qual você sabia do fato, embora ninguém lhe tivesse dito, telefonado, escrito, telegrafado ou comunicado por meio racional algum. Simplesmente, você o sabia. Profissionalmente, academicamente, cientificamente, talvez você o tenha deixado passar por não dispor de um respaldo racional, uma documentação, uma pesquisa, uma bibliografia... No entanto, se tivesse lançado mão daquele conhecimento intuicional, teria passado à frente da concorrência, teria feito uma grande descoberta científica muito além do seu tempo. Depois, bastaria procurar a documentação adequada, ou as estatísticas necessárias para fundamentar o que você já sabia ? fundamentá-lo apenas para que os seus pares não pudessem questionar as suas fontes. A intuição comum é como o flash de uma câmera fotográfica, só que não tem dimensão em termos de tempo. É um insight. Mas, sob treinamento, é possível desenvolver uma outra forma de intuição que se manifesta como o flash de uma filmadora, que acende e permanece aceso por um lapso de tempo. Chamamos a esse fenômeno intuição linear, quando conseguimos manter a intuição fluindo voluntariamente por um segundo inteiro ? ou mais. Essa é a definição perfeita para o termo sânscrito dhyána. Porém, não podemos usá-lo, já que ninguém saberia a que queríamos nos referir. Somos, portanto, obrigados a voltar para a opção inicial e utilizar mesmo o vocábulo meditação, pois, embora inexato, é aceito universalmente, inclusive na Índia. Artigo extraído do livro Meditação e autoconhecimento Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019. AGENDE-SE Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira das 10:30h às 22:30h. Aos sábados das 10:30h às 13h. Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado 7:00 SwáSthya Iniciantes SwáSthya Iniciantes --------- --------- (Robson) (Thammy) (Robson) (Thammy) 8:00 Iniciantes SwáSthya Iniciantes SwáSthya --------- --------- (Robson) (Jefersson) (Robson) (Jefersson) 8:30 --------- --------- --------- --------- --------- SwáSthya Aula aberta 2hs (Jefferson) 10:00 SwáSthya Iniciantes SwáSthya Iniciantes --------- --------- (Robson) (Robson) (Robson) (Robson) 11:00 --------- --------- --------- --------- --------- Iniciantes Aula aberta 1h30 (Jefferson) 16:00 SwáSthya Iniciantes SwáSthya Iniciantes Prática Básica Festas; (Rosana) (Rosana) (Rosana) (Rosana) (Aula Gravada) Cursos; Viagens; 17:00 --------- Grupo de Treinamento de --------- Relax Eventos; Coreografia Força e Flex. (Aula Gravada) Gourmets; (Robson) (Robson) Aulas na Praia; Etc. * 18:00 Iniciantes SwáSthya Iniciantes SwáSthya --------- (Robson) (Robson) (Robson) (Robson) SwáSthya SwáSthya Treinamento de (Jefferson) (Jefferson) Força e Flex. (Rosana) 19:00 SwáSthya SwáSthya Iniciantes SwáSthya Iniciantes (Robson) Aula aberta (Rosana) (Rosana) (Rosana) Iniciantes 2hs SwáSthya Iniciantes SwáSthya (Jefferson) (Robson) (Jefferson) (Jefferson) (Jefferson) 20:30 Iniciantes SwáSthya Iniciantes SwáSthya (Thammy) (Thammy) (Thammy) (Thammy) SwáSthya Web-Aula Iniciantes SwáSthya Iniciantes (Jefferson) DeRose (Jefferson) (Jefferson) (Jefferson) YôgaCine 21:30 SwáSthya Grupo de Iniciantes Formação (Rosana) mentalização (Rosana) Profissional Aula Teórica Treinamento Yôga (Rosana) Curso Básico de ásanas Aprofundamento (Jefferson) Meditação (Rosana) Mantras Aula em dupla * (Jefferson) *Conforme cronograma mensal de atividades GRADE DE HORÁRIOS AGENDE-SE Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira das 10:30h às 21:30h. GRADE DE HORÁRIOS PEOPLE ARE AWESOME (DON'S VERSION) PEOPLE ARE AWESOME (DON'S VERSION) CONFIRA OS DESTAQUES DO MÊS, PARTICIPE!!! AGENDE-SE VALE A PENA ASSISTIR EXTREME TEXTOS E ARTIGOS Entrevistas com o Educador DeRose Assista a entrevista sobre a nossa cultura gravada na Europa pelo jornalista António Mateus com legendas em espanhol e em inglês na sequência: Veja também a entrevista com o Educador DeRose para o Estadão: E por fim uma coreografia do Método DeRose feita pelos Instrutores que ministram práticas em todo o mundo: AGENDE AGORA MESMO UMA AULA EXPERIMENTAL CONFIRA OS DESTAQUES DO MÊS, PARTICIPE!!! AGENDE-SE Tel: 3284-1020 ou yogaemsantos@yogaemsantos.com.br AULA EXPERIMENTAL DESTAQUES TEXTOS E ARTIGOS Coreografias do SwáSthya Yôga Uma das características mais importantes do SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo, é a aula ministrada pelo instrutor em formato de coreografia. Os melhores instrutores do Método DeRose estruturam suas aulas de maneira que o aluno execute passagens entre uma técnica e outra, criando um encadeamento harmonioso através do ásanas. Evidentemente, para ensinar SwáSthya Yôga assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados. Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador dão aulas com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos a improvisar uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre. Se, eventualmente, alguém supuser que o Yôga Antigo não possuía coreografias e que foi este autor que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga que estava quase perdida. O súrya namaskára é considerado um dos mais antigos conjuntos de técnicas corporais do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o Sol. Pois o súrya namaskára, saudação ao sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral. O súrya namaskára é a única coreografia ainda existente no acerto que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno, surgido no século XI da era cristã, e perdeu quase toda a sua tradição iniciática. Portanto, o que hoje chamamos coreografia não só já existia como era uma forma de execução bastante arcaica. Se atualmente é pouco conhecida, é por estar praticamente extinta. Quanto a parecer uma dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos). Veja alguns exemplos de belíssimas coreografias abaixo: Dia do Yôga 2009 SP - Coreografia do Método DeRose - Instrutor Anderson Gouveia Este foi um dia histórico no qual o Mestre DeROSE deu uma aula aberta ao público. R. Dr. Acácio Nogueira, 16 Canal 4 ? Boqueirão ? Santos Telefone: 13 32841020 +55 (13) 32841020 Telefone: +55 (13) 32841020 Telefone: +55 (13) 32841020 TELEFONE: +55 (13) 32841020 FALE CONOSCO MAPA PREENCHA SEUS DADOS CATEGORIA Retorno desejado: (Telefone ou e-mail) Telefone: Nome: Mensagem: E-mail: Assunto: Enviar mensagem CONFIRA AS NOSSAS FOTOS FOTOS AS AULAS As aulas Ao ingressar em nosso método, o praticante começa pela turma de Iniciantes que é um Pré-Yôga, uma etapa inicial, já bastante forte e dinâmica, que serve como preparatório para as aulas de Yôga. Após um breve período, o aluno inicia as práticas de SwáSthya, travando contato com diversas outras técnicas mais avançadas, que trabalham bastante com a concentração, aumento da energia, administração do stress, promovendo um incremento na qualidade de vida e ampliação da consciência e lucidez. Iniciantes Definimos Pré-Yôga, ou seja a turma de iniciantes, como um exercício biológco por excelência, indicado a quem sabe, por uma questão de cultura geral, que o ser humano precisa exercitar-se para não deteriorar seu corpo, não se torne disforme e não morrer cedo. É um estágio preliminar, obrigatório antes do interessado ter acesso ao Yôga propriamente dito. Vai trabalhar exclusivamente o corpo, com efeitos imediatos, intensos e de larga duração. Desenvolve a flexibilidade, a vitalidade, o tônus muscular e a saúde como um todo. Tem uma proposta descomplicada, sem filosofia, sem compromissos, sem sânscrito. Consiste em técnicas corporais sem cansaço, exercícios biológicos, baseados em movimentos conscientes, sem repetição, que atuam prioritariamente em três áreas: 1) Flexibilidade ? esta compreende o alongamento muscular e a flexibilidade articular, pois o alongamento só atua no âmbito muscular; contudo, se queremos conquistar uma boa flexibilidade, precisamos aumentar o ângulo de amplitute das articulações. 2) Tônus muscular ? visa ao aumento de força, a definição da musculatura e o enrijecimento dos tecidos, sem comprometer a flexibilidade. 3) Vitalidade ? ao realizar um trabalho continuado e gradual que promove profundas mudanças na vascularização da massa muscular, reforçadas pelo aumento de oxigenação celular e a redulção do stress, o resultado é uma sensação de bem estar, boa disposição, alegria de viver e incremento na saúde de todos os tecidos e órgãos do corpo. Não se trata de ginástica. A educação Física e os esportes são muito bons dentro dos objetivos a que se propõem. O Pré-Yôga não é ginástica. Tampouco é contra a ginástica. Simplesmente oferece mais uma opção. SwáSthya Yôga Formado por oito grupos de técnicas, que tem por objetivo conduzir o praticante aos estados mais avançados de consciência. Os oito feixes de técnicas são: Mudrá É o gesto ou sela que, reflexologicamente, ajuda o praticante a conseguir um estado de receptividade superlativa. Temos mais de 100 mudrás codficados no livro TRATADO DE YÔGA. Pújá É a técnica que estabelece uma perfeita sintonia do praticante com o arquétipo desta linhagem. Com isso, seleciona um comprimento de onde adequado a esta modalidade de Yôga, conecta seu plug no compartimento certo do inconsciente coletivo e liga a corrente, estabelecendo uma expressiva troca de energias entre o discípulo e as raízes do Yôga Antigo. Mantra A vibração dos ultra-sons que acompanham o ?vácuo? das vocalizações, neste caso, tem a finalidade de desesclerosar os canais para que a bioenergia possa circular. Utilizamos mais de 100 mantras. Pránáyáma São exercícios respiratórios que bombeiam a bioenergia para que circule pelos condutos energéticos e vitalize todo o organismo. E também a fim de distribuí-lo entre os milhares de centros de energia que temos espalhados por todo o corpo.. Kriyá São atividades de purificação das mucosas, que têm a finalidade de auxiliar a limpeza do organismo, agora no nível orgânico. Em se tratando de Yôga, só se deve proceder às técnicas corporais após o cuidado de limpar o corpo por meio dos kriyás. Utilizamos 6 kriyás clássicos. Ásana Esta é a parte mais conhecida e característica do Yôga para o público leigo. Não é ginástica e não tem nada a ver com Educação Física. São os procedimentos psicofísicos que produzem efeitos extraordinários para o corpo em termos de boa forma, flexibilidade, musculatura, equilíbrio de peso e saúde em geral. Aplicamos milhares de ásanas, dos quais, mais de 2.000 fotos constam do livro TRATADO DE YÔGA. Yôganidrá É a descontração que auxilia o yôgin na assimilação e manifestação dos efeitos produzidos por todas as etapas anteriores. A eles, soma os próprios efeitos de uma boa recuperação muscular e nervosa. O yôganidrá aplica não apenas a melhor posição para relaxar, mas também a melhor inclinação em relação a gravidade, o melhor tipo de som, de iluminação, de cor, respiração, de perfume, de indução verbal, etc. Samyama Essa técnica compreende concentração, meditação e hiperconsciência ?ao mesmo tempo?, isto é, praticados juntos, em seqüência, numa só sentada. Se o praticante vai fazer apenas concentração, chegar à meditação ou atingir o samádhi, isso dependerá exclusivamente do seu adiantamento pessoal. Assim, também é o correto denominar o oitavo anga de dhyána, que significa meditação. Portanto, mesmo numa prática de SwáSthya Yôga considerada para iniciantes, como este conjunto de oito feixes de técnicas que acabamos de analisar e que constitui a fase inicial do nosso método, será bem avançada, já se prevendo a possibilidade e atingir um estando expandido de consciência. <script> (function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-52991913-2', 'auto'); ga('send', 'pageview'); </script> (function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-52991913-2', 'auto'); ga('send', 'pageview'); txt_1412105405 (function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-52991913-1', 'auto'); ga('send', 'pageview'); txt_1407442933 UA-52991913-1UA-52991913-1 <script> (function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-52991913-1', 'auto'); ga('send', 'pageview'); </script> txt_1411066054 txt_1411066077 (function(i,s,o,g,r,a,m){i['GoogleAnalyticsObject']=r;i[r]=i[r]||function(){ (i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o), m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m) })(window,document,'script','//www.google-analytics.com/analytics.js','ga'); ga('create', 'UA-52991913-1', 'auto'); ga('send', 'pageview'); Acesse também o nosso Blog Conheça mais sobre a UNI-YÔGA Nos Adicione e Acompanhe as Novidades Yôga nas Empresas Encontros, Festas, Viagens e Aulas Especiais. Confira as nossas Imagens Free Downloads Atividades Culturais Artigos e Textos Formação Profissional Personal Yôga Training Visite o Blog do Mestre Conheça nossas técnicas Corporais DESTAQUES LINKS ÚTEIS LINKS ÚTEIS PARA VOCÊ NOSSO MÉTODO FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES Associação dos Profissionais de Yôga de Santos - Copyrighted - Todos os direitos reservados - 2012 Baixe Livros, MP3 e textos sobre a nossa cultura. Em nossa escola você participa de Atividades Culturais todos os dias da semana. Confira todas as Atividades Disponíveis. Nesta seção, indicamos textos e artigos para nossos alunos e interessados em conhecer um pouco mais sobre o nosso método e nossa cultura. Conheça mais sobre o Swásthya Yôga. O nosso método para empresas é uma modalidade do nosso sistema que contempla especialmente as conveniências das empresas. Nelas, encontramos ambiente propício para ensinar não apenas técnicas de respiração, oxigenação cerebral, atenção, concentração, alongamento, aprimoramento postural e descontração emocional, como sentimos que há também receptividade para que possamos transmitir a Nossa Cultura de administração de conflitos, gerenciamento de stress, melhoria das relações humanas, cultivo da qualidade de vida, resultado em otimização da produtividade sustentável. Confira as Fotos: Muita alegria, diversão, conhecimento e entretenimento em todos os nosso eventos. PARTICIPE!!! Torne-se um instrutor com certificado expedido por uma Universidade Federal, Estadual, Católica ou Particular em curso de extenção universitária. Personal Yôga Training é um programa individualizado e personalizado que oferecemos para aqueles que desejam privaciadade e atenção especializada. DeRose é o sistematizador do Yôga Antigo, com o nome de Swásthya Yôga. Com mais de 50 anos de magistério dessa filosofia, hoje dedica o seu tempo e trabalho como educador e escritor, com mais de 1 milhão de livros vendidos. As técnicas corporais constituem uma das partes da prática principal do SwáSthya Yôga, em uma prática regular são precedidas de respiratórios, técnicas de purificação das mucosas, entre outras. São posições belíssimas e fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante, sem ser atividade física nem desportiva, mas que trabalham bastante com a concentração, aumento de energia e administração do stress, promovendo um incremento na qualidade de vida. ON OFF Tela cheia: YÔGA NAS EMPRESAS FOTOS CATEGORIAS IMAGENS 5 4 3 2 1 ON OFF Música: Pellentesque at ligula augue Fusce ornare, elit id Malesuada sit amet enim X Jefferson Greco Em 2003 travei meu primeiro contato com o SwáSthya Yôga, fiquei bem impressionado com a excelência técnica dos instrutores, a seriedade do Método, e o bem-estar que a prática me proporcionara, o que me cativou e fez com que eu me tornasse instrutor. Comecei como praticante na Uni-Yôga Santana, que é dirigida pela Marcia Cordoni, onde me formei e comecei a ministrar as minhas primeiras aulas. No início de 2009, realizei um grande sonho que era trazer o SwáSthya Yôga para a Baixada Santista, abri a primeira Unidade filiada à Uni-Yôga em Santos, que hoje conta também com alunos de Bertioga, Guarujá, Cubatão, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá e Itanhaém. Atualmente sou o Presidente da Associação dos Profissionais de Yôga de Santos, e Diretor da Unidade Santos de SwáSthya Yôga, ministro aulas em empresas, academias, personal, aulas regulares, tanto para alunos avançados quanto para iniciantes, aulas de formação profissional, workshops, palestras, sou colunista de algumas revistas da região, e coordenador de programas sociais da Escola em parceria com outros órgãos. Monitorado para instrutora Rosana Oliveira e supervisionado diretamente pelo renomado Mestre DeRose. X SEJA BEM VINDO! Ao entrar em nosso portal, será ativado o modo de tela cheia. Para desativá-lo, basta clicar na opção desejada encontrada no rodapé do site. CLIQUE AQUI PARA ENTRAR txt_1411066449 8TWEBNEWS 13 3284-1020 txt_1407442953 R. Dr. Acácio Nogueira, 16 - Canal 4 - Santos - SP txt_1411065754 txt_1411065767 txt_1411065843